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Asma atinge 6,4 milhões de brasileiros e é tema de atualização no Hospital SMH

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De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia, apenas 12% dos casos são diagnosticados corretamente e só 18% dos pacientes seguem o tratamento.

Pneumologista fala sobre doenças pulmonares

O Hospital SMH Beneficência Portuguesa de Petrópolis recebeu o pneumologista e professor com 45 anos de experiência Paulo Cesar de Oliveira para falar de uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns; a asma. O problema atinge 6,4 milhões de brasileiros. 

O evento, realizado na última semana, faz parte do calendário acadêmico do Hospital SMH. O professor do Centro Universitário Serra dos Órgãos, Unifeso, conversou com a equipe de especialistas, que se reúne periodicamente. O especialista também explicou a diferença entre os tipos de bronquite. 

O professor Paulo Cesar de Oliveira, o pneumologista do Hospital SMH José Henrique Castrioto, e o diretor médico do Hospital SMH, Luis Arnaldo Magdalena.

“É comum os pacientes fazerem confusão entre asma e bronquite”, lembrou o pneumologista, acrescentando que quanto mais esclarecimentos forem dados pelo médico ao paciente, maior será a tranquilidade e a segurança para que eles sigam juntos no tratamento. 

O especialista destacou ainda que há prevenção e tratamento adequados para os pacientes com asma, bronquite ou qualquer Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). 

Porém, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia, só 18% das pessoas diagnosticadas com o quadro seguem o tratamento. Os cuidados são essenciais para manter a qualidade de vida, uma das grandes preocupações da equipe médica do Hospital SMH.

 “Aqui em Petrópolis temos uma alta incidência dessas indicações clínicas, por conta de clima, entre outros fatores”, explica o diretor médico do Hospital SMH, Luis Arnaldo Magdalena. Ele finaliza dizendo que “atualizar a equipe com um especialista desse nível é um grande aprendizado”.    


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Equipe cardiovascular fala de TEV

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As constantes qualificações refletem em um atendimento mais eficaz para os pacientes.


O corpo clínico e colaboradores do Hospital SMH – Beneficência Portuguesa de Petrópolis se reuniram em maio para uma nova atualização sobre o protocolo em casos de tromboembolismo venoso (TEV).

O evento faz parte do calendário acadêmico do Hospital SMH e o diretor executivo, Fernanda Baena, explica que as constantes qualificações refletem em um atendimento mais eficaz para os pacientes.

“Preferimos sempre a prevenção, mas também nos preocupamos em estar totalmente preparados para realizar o atendimento a todos os casos que chegam até nós com absoluta segurança e melhores soluções. Nosso compromisso é oferecer o que há de mais atualizado e resolutivo na prestação de serviços”, afirma Fernando Baena.

O cirurgião vascular Tiago Coutas, membro da equipe do setor cardiovascular do hospital, e um dos organizadores e palestrantes do encontro, lembra a importância do tema e destaca que o TEV está entre as doenças que mais matam no mundo.

“Com o avanço do arsenal terapêutico para tratarmos os pacientes com TEV , é imprescindível atualização constantes e protocolos baseados em evidências médicas . Com ampla adesão do corpo clínico e aplicação dos protocolos apresentados pelo serviço de cirurgia vascular, objetiva-se uma padronização na prevenção e tratamento dos pacientes com TEV”, disse o cirurgião.


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Público adere ao movimento ‘Todos pela saúde’

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Cerca de 500 pessoas fizeram teste de glicemia, aferição de pressão arterial e IMC. 


O vai e vem durou o dia todo no evento “Todos pela saúde”, realizado no início do mês de abril de 2019 no prédio do Incope, no Hospital SMH – Beneficência Portuguesa de Petrópolis para marcar o Dia Mundial da Saúde. 

A sala onde aconteceram as palestras ficaram cheias de pessoas que receberam orientação sobre a prevenção e o tratamento de doenças, como hipertensão, diabetes e HPV. 

Teve ainda teste de glicemia, aferição de pressão arterial e cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC). Cerca de 500 pessoas realizam asa checagens. 

Rita de Cássia Oliveira, de 64 anos, foi com a amiga verificar se a saúde estava em dia e saiu satisfeita com as novas informações que recebeu. 

“Foi ótimo porque ela [enfermeira] me explicou que os níveis da glicose são diferentes no exame quando a pessoa está em jejum e quando se alimentou recentemente. São detalhes importantes e que podem causar preocupação à toa. Agora estou tranquila porque sei que minha taxa está normal”, revelou Rita de Cássia. 

Carlos Alberto Silveira Matoso, 63 anos, descobriu há pouco tempo que tem diabetes e hipertensão. Ele queria se certificar de que a glicose e a pressão arterial estavam normais. 

“Deu tudo certo. Recebi orientações importantes da nutricionista sobre alimentação. Vão me ajudar ainda mais a manter os cuidados com a saúde”, disse ele, acrescentando que todos deveriam aproveitar a oportunidade para fazer um check-up básico.

A ação promovida pelo Hospital SMH – Beneficência Portuguesa de Petrópolis em parceria com o Rotary Cidade Imperial e o Rotary Petrópolis, teve o apoio do Senac. 

“Para nós, integrantes dos Rotarys, participar de eventos voltados para o bem-estar e a saúde é muito natural. Faz parte do nosso trabalho e da nossa missão como rotarianos”, afirmou Daniella Vita, presidente do Rotary Petrópolis, junto com Fátima Montesso, presidente do Rotary Cidade Imperial. 

“Gestos simples, como oferecer informação ao público, podem reduzir a incidência de doenças graves. Por isso, o Hospital e os Rotarys organizaram a campanha contra doenças que afetam diretamente a qualidade de vida do paciente e têm altos índices de mortalidade”, finalizou o cirurgião José Loureiro, da direção do SMH.


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Hospital SMH promove evento gratuito ‘Todos pela saúde’ 

Category : Saúde

Programação inclui palestras e ações de prevenção a doenças crônicas. 


O Hospital SMH – Beneficência Portuguesa de Petrópolis promove no dia 6 de abril o evento “Todos pela saúde”. Os organizadores se reuniram e fecharam a programação, que conta com palestras e serviços, como aferição de pressão arterial e teste de glicemia. A ação será aberta ao público das 8h às 16h com o apoio do Rotary Cidade Imperial e Rotary Petrópolis. 

O objetivo principal é orientar a população sobre a prevenção e o tratamento de doenças, como hipertensão, diabetes e HPV. 

“Gestos simples podem reduzir a incidência de doenças graves. Oferecer informação ao público é um deles. Por isso, o hospital e o Rotary organizaram a campanha contra doenças que afetam diretamente a qualidade de vida do paciente e têm altos índices de mortalidade”, pontua o cirurgião José Loureiro, da direção do SMH. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), a chamada pressão alta acomete uma em cada quatro pessoas adultas, atingindo, em média, 25 % da população. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. 

O problema pode ser evitado ou controlado quando o paciente tem consciência da sua condição e busca tratamento. 

“O acesso à informação é o primeiro passo para isso. A ação ‘Todos pela saúde’ chega para contribuir com esse importante começo para uma vida mais saudável”, afirma o cardiologista do Hospital SMH Roberto Eiras, que está entre os palestrantes. 

A campanha integra as ações preventivas realizadas pelo hospital todos os anos. A estimativa é que duas mil pessoas circulem pelo prédio do Instituto do Coração de Petrópolis, o Incope, do Hospital SMH, no bairro Valparaíso.


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Novembro Azul

Category : Saúde

Inicia-se o mês de conscientização do rastreamento do câncer de próstata, que permanece como a neoplasia mais comum e a segunda maior causa de óbito oncológico no sexo masculino. 

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), estão estimados 68.220 novos casos em 2018 no Brasil, constituindo o tipo de câncer mais incidente nos homens (excetuando-se o câncer de pele não melanoma) em todas as regiões do país. 

É o tumor maligno mais comum em homens acima de 50 anos e os fatores de risco incluem: idade acima de 50 anos, história familiar da doença, fatores hormonais e ambientais e dieta rica em gorduras, sedentarismo e excesso de peso.

A raça negra constitui um grupo de maior risco para desenvolver a doença.

Em geral, o câncer de próstata cresce lentamente e não causa sintomas no início, mas o tumor em estágio mais avançado pode  ocasionar dificuldade para urinar, sensação de não conseguir esvaziar completamente a bexiga, presença de sangue na urina ou no esperma e, em alguns casos, dor óssea na região das costas.

O diagnóstico é feito através do toque retal e da dosagem do PSA presente no sangue a partir dos 50 anos. Caso tenha história familiar de câncer de próstata, a recomendação é iniciar a prevenção aos 45 anos.

O diagnóstico precoce e o tratamento direcionado para cada estágio da doença aumentam consideravelmente a chance de cura do câncer de próstata.

A nossa luta é contra o preconceito! Consulte o seu urologista uma vez ao ano, só depende de você! 

Dr Leonardo Figueiredo.
Urologista
Hospital Beneficiência Portuguesa de Petrópolis
Referências: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Hospital de Câncer de Barretos, Associação Americana de Urologia (AUA), Sociedade Brasileira de de Urologia (SBU).


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Hospital SMH realiza procedimento inédito no Estado do Rio

Category : Saúde

A equipe de cirurgia vascular do Hospital SMH – Beneficência Portuguesa de Petrópolis realizou um procedimento inédito no Estado do Rio. A cirurgia minimamente invasiva foi feita neste mês de outubro em um paciente com aneurisma de aorta abdominal.

O tratamento endovascular utiliza uma endoprótese para reforçar a parede da aorta (maior e mais importante artéria do corpo humano) na região do abdômen. Segundo o cirurgião vascular Marcus Vinicius Teles Ventura, o objetivo é evitar a ruptura do aneurisma.

Equipe médica durante a cirurgia (Foto: Hospital SMH)

“Este paciente já tinha colocado uma prótese, mas ela saiu do lugar. Utilizamos, então, o que há de mais moderno para fixar novamente a prótese, fazendo com que o sangue passe apenas por dentro dela”, explica o cirurgião.

O material usado pela equipe do Hospital SMH chegou há poucos meses no Brasil e é chamado endoâncora. Marcus Vinicius revela que são pequenos parafusos que medem apenas quatro milímetros.

“O procedimento durou três horas e foram colocadas dez endoâncoras”, disse o cirurgião sobre a intervenção realizada no dia 9 no setor de hemodinâmica do SMH.

A equipe médica que participou do procedimento foi composta também pelos cirurgiões vasculares Tiago Coutas (SMH), João Alberto Fay (SMH) e Jong Hun Park (Hospital Sírio Libanês, em São Paulo).


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Workshop reúne médicos de todo o estado para falar de tecnologia na medicina

Category : Saúde

Tema do encontro foi “Acesso vascular por ultrassom”

Médicos de todo o Estado do Rio participaram do workshop com o tema “Acesso vascular por ultrassom” realizado em março de 2018 pelo Hospital SMH – Beneficência Portuguesa de Petrópolis. O evento marcou também a inauguração do novo setor cardiovascular do hospital.

O cirurgião vascular da equipe do Hospital SMH e um dos coordenadores do workshop Marcus Vinicius Ventura, acredita que a iniciativa resulta na melhora do resultado do atendimento ao paciente.

“Nosso objetivo é aprimorar a técnica e, consequentemente, reduzir os riscos ao paciente. Esse tipo de procedimento, além de ser realizado pelo cirurgião vascular, muitas vezes é realizado também pelo médico intensivista, aquele que fica de plantão no CTI, pelo médico da urgência, cirurgião geral e anestesista”, explica o cirurgião vascular.

O encontro, que aconteceu no auditório do Instituto do Coração de Petrópolis, o INCOPE, trouxe um novo ânimo aos participantes, que destacaram a importância de aliar os procedimentos dentro da medicina aos avanços tecnológicos.

“O workshop reafirmou que a tecnologia é uma grande aliada. Não tem mais porque fazer certos procedimentos sem imagem”, disse o cardiologista Osmar Castro Neto.

Uma parte do workshop foi dedicada à atividades práticas e contaram com pacientes-modelo, que passaram pelo procedimento.

“O SMH trabalha priorizando a prevenção de doenças, minimizando graves ocorrências”, explica Fernando Baena, diretor executivo do Hospital SMH.

O evento marcou ainda a inauguração do novo setor cardiovascular do hospital SMH, que tem atendimento especializado diário com uma equipe de cirurgiões vasculares e cardiologistas, além de todos os exames necessários à disposição do paciente.

“A integração desses dois setores fará com que o hospital seja uma referência para qualquer pessoa com sintomas de doenças cardiovasculares. Isso também possibilita o esclarecimento rápido do diagnóstico e o direcionamento desse paciente para o seu tratamento”, esclarece o cardiologista Roberto Eiras.

“Em um só centro o paciente tem acesso a todas as formas de tratamento de ponta com todos os recursos que a medicina atual dispõe”, afirma Tiago Coutas, cirurgião vascular e membro da equipe do novo setor.


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Crianças podem ter até 12 infecções no primeiro ano de vida escolar

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Otite, sinusite, amigdalite são algumas das infecções mais comuns. Pediatra orienta sobre como minimizar o impacto da nova etapa.

O início da vida escolar de uma criança vem acompanhado de muitas expectativas e novidades. A adaptação é emocional e também física, já que o contato entre os pequenos facilita também a contaminação por novos patógenos (microorganismos causadores de doenças).De acordo com estudos, cada criança pode desenvolver até 12 infecções por ano, média de uma por mês. Otites, sinusites e amigdalites estão entre as mais comuns no período em que os pais começam a levar os filhos para a creche ou o colégio.

Segundo a pediatra responsável pelo pronto atendimento pediátrico do Hospital SMH Beneficência Portuguesa, Flávia Marzullo, cuidados básicos com o bem-estar e a higiene são fundamentais para amenizar o impacto dessa nova etapa na vida das crianças. Ela explica que no período em que os pequenos precisam começar a frequentar a escola, o organismo ainda não tem o sistema de defesa completamente formado.

“Na primeira infância, até os três anos, o sistema imunológico não está todo formado, por isso, as crianças são mais suscetíveis às infecções”, explica Flávia Marzullo. A dica da especialista é para que a criança tenha uma boa alimentação, durma em média de 11 a 12 horas por noite e esteja sempre com a vacinação em dia. A higiene é outro fator importante, especialmente na fase de berçário.

“Existe a troca de saliva, quando a criança pega um brinquedinho e leva à boca. Tem ainda as trocas de fraldas, o nariz que escorre… A contaminação nessa faixa etária é muito facilitada, sendo imprescindível que os cuidadores lavem sempre as mãos e zelem pelos detalhes”, orienta a médica pediatra, acrescentando que os pequeninos que mamam no peito estão em vantagem, por receberem os anticorpos do leite materno.

A jornalista Andréa Barros lembra da época em que a filha, Maria, entrou na escola.

“Ela tinha um ano e 8 meses. Já na segunda semana de aula teve quase tudo que foi ‘ite’: sinusite, rinite, gastroenterite… Foi um período muito difícil e que se prolongou por um ano e meio”, relata a mãe, que muitas vezes precisou deixar a filha em casa para evitar a contaminação das outras crianças. Essa é mais uma recomendação da pediatra:

“Sabemos da correria do dia a dia, mas este esforço da família é essencial. Hoje você está protegendo, amanhã você vai ser protegido”, ensina Flávia Marzullo.